A partir desta quarta-feira, médicos dos planos de saúde de quase todo o País iniciam uma
greve de 15 dias
em defesa de reajuste médio de 50% na tabela de serviços e o fim do que
chamam "intervenções antiéticas" que as operadoras estariam exercendo
sobre os profissionais para baixar os custos dos tratamentos em prejuízo
dos pacientes. Os serviços de urgência e emergência não serão afetados,
mas as consultas e a chamada assistência eletiva, mesmo marcadas com
meses de antecedência, podem ser reagendadas para depois da greve.
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